Temos o dever de ser felizes...
Temos o direito a que nos façam felizes...
Temos o dever de amar...
Temos o direito a ser amadas...
Temos o dever de rir à gargalhada das piadas dele...
Temos o direito a que ele nos faça rir à gargalhada com as suas piadas...
Temos o dever de beijar...
Temos o direito a ser beijadas...
Temos o dever de ouvir...
Temos o direito a ser ouvidas...
Temos o dever de abraçar...
Temos o direito a ser abraçadas...
Temos o dever de lhe dar a mão...
Temos o direito a que ele nos dê a mão...
Temos o dever de elogiar...
Temos o direito a ser elogiadas...
Temos o dever de surpreender...
Temos o direito a ser surpreendidas...
Temos o dever de acariciar...
Temos o direito a ser acariciadas...
Temos o dever de sorrir...
Temos o direito a que nos sorriam...
Temos o dever de partilhar o luar...
Temos o direito que nos ofereçam a Lua para a podermos partilhar...
Temos, pura e simplesmente, o dever e o direito a AMAR.
Espaço reservado a todas as dúvidas e questões que me assolam diariamente sobre o Amor (com muitas trivialidades à mistura)
Coração Partido
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Chiça....
"Chiça...As relações são mesmo uma coisa complicada e que por muito que te esforces, a verdade é que mais cedo ou mais tarde, alguém se vai cansar, ou cair em tentação, ou sentir-se baralhado ou o raio que o parta....e que fazer????"
A frase não é minha, é de uma Amiga...mas dá que pensar, certo?!
Serão todas as relações iguais? Passamos todos pelo mesmo? A verdade é só uma: SIM.
Por muito que possamos (ou queiramos) pensar que a nossa relação é diferente, que é muito sólida, que sabemos exactamente o que o outro pensa e sente e que a nós nunca nos vai acontecer, isso é tudo uma ilusão na qual vivemos...e gostamos de viver.
Tranquiliza-nos pensar que os sentimentos que partilhamos são firmes como uma rocha.....A maior parte do tempo até são e, ainda bem que assim é senão tornariamo-nos pessoas muito egoistas e desconfiadas.
Mas (lá vem o mas), o que é certo é que a dado momento, algo se passará....connosco ou com o outro...assumido ou disfarçado....permanente ou temporário.
Sejamos honestos, todos nós já sentimos um click por alguém que não o respectivo. Isso é bom ou mau? Os teóricos haveriam de responder: "Isso é muito mau, uma vez que significa que algo não está bem na relação, caso contrário, não sentiriamos algo por mais ninguém (imagino sempre alguém de cabelo grisalho, óculos na ponta do nariz e voz estridente)."
Em termos prácticos, é muito bom....e realço o muito....significa que somos humanos, que estamos vivos, que não somos indiferentes a sensações e pode fazer relembrar o que sentimos em tempos e na azáfama do dia a dia nos deixámos esquecer.
A frase não é minha, é de uma Amiga...mas dá que pensar, certo?!
Serão todas as relações iguais? Passamos todos pelo mesmo? A verdade é só uma: SIM.
Por muito que possamos (ou queiramos) pensar que a nossa relação é diferente, que é muito sólida, que sabemos exactamente o que o outro pensa e sente e que a nós nunca nos vai acontecer, isso é tudo uma ilusão na qual vivemos...e gostamos de viver.
Tranquiliza-nos pensar que os sentimentos que partilhamos são firmes como uma rocha.....A maior parte do tempo até são e, ainda bem que assim é senão tornariamo-nos pessoas muito egoistas e desconfiadas.
Mas (lá vem o mas), o que é certo é que a dado momento, algo se passará....connosco ou com o outro...assumido ou disfarçado....permanente ou temporário.
Sejamos honestos, todos nós já sentimos um click por alguém que não o respectivo. Isso é bom ou mau? Os teóricos haveriam de responder: "Isso é muito mau, uma vez que significa que algo não está bem na relação, caso contrário, não sentiriamos algo por mais ninguém (imagino sempre alguém de cabelo grisalho, óculos na ponta do nariz e voz estridente)."
Em termos prácticos, é muito bom....e realço o muito....significa que somos humanos, que estamos vivos, que não somos indiferentes a sensações e pode fazer relembrar o que sentimos em tempos e na azáfama do dia a dia nos deixámos esquecer.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
O ínicio...e o fim
Isto de começar um blog, no dia dos Namorados, acerca das dúvidas que me atormentam sobre o Amor, no mínimo é estranho e uma grande coincidência...ou talvez não.
Acabei de ficar sem "Namorado", quer dizer o acabei de ficar foi há uma semana atrás (parece ontem).
"Namorado" porque era uma relação de 12 anos, onde já morávamos juntos há 7...era aquela relação em que quando temos de apresentar a pessoa que está ao nosso lado não sabemos bem se o intitulamos de Namorado ou de Marido....era ambos, ou pelo menos assim pensava eu.
Numa tarde de Domingo, soalheira e simpática, num fim de semana repartido em festas de aniversários das nossas sobrinhas (a minha e a dele) e após insistência da minha parte em saber o motivo do ar tão carrancudo, cabisbaixo e irritado, caíu a bomba: "Preciso de um tempo".
A justificação: "O trabalho não anda bem, o semestre da faculdade correu mal e preciso de estar sozinho para pôr as ideias em ordem".
Pensava que ao fim de 12 anos já não se usava pedir-se um tempo (já percebi que estava iludida) e que isso se fazia nos tempos em que estava na escola (secundária, na altura) e o rapaz com quem andavamos a trocar beijinhos nas traseiras dos pavilhões, de repente, se lembrava de "pedir um tempo".
Aquilo que ele queria dizer era mais: "Tenho ali outra a fazer-me olhinhos, quero experimentar e estás a empatar-me a vida....se não der em nada e ela apenas quiser gozar comigo, sempre te tenho à minha espera".
Isto de dar um tempo tem a sua arte.
É preciso realçar que quem está mal e errado é o próprio, que a culpa não é da outra parte....é preciso elogiar a grande Mulher que somos, que sempre esteve a seu lado em todos os momentos menos bons (e foram muitos) pelos quais já passou, a paciência e a dedicação que sempre tivemos para com ele e que nunca vai encontrar outra Mulher como nós....blá....blá....blá...
E depois de todos os elogios, vem o "mas"...
E agora?
Acabei de ficar sem "Namorado", quer dizer o acabei de ficar foi há uma semana atrás (parece ontem).
"Namorado" porque era uma relação de 12 anos, onde já morávamos juntos há 7...era aquela relação em que quando temos de apresentar a pessoa que está ao nosso lado não sabemos bem se o intitulamos de Namorado ou de Marido....era ambos, ou pelo menos assim pensava eu.
Numa tarde de Domingo, soalheira e simpática, num fim de semana repartido em festas de aniversários das nossas sobrinhas (a minha e a dele) e após insistência da minha parte em saber o motivo do ar tão carrancudo, cabisbaixo e irritado, caíu a bomba: "Preciso de um tempo".
A justificação: "O trabalho não anda bem, o semestre da faculdade correu mal e preciso de estar sozinho para pôr as ideias em ordem".
Pensava que ao fim de 12 anos já não se usava pedir-se um tempo (já percebi que estava iludida) e que isso se fazia nos tempos em que estava na escola (secundária, na altura) e o rapaz com quem andavamos a trocar beijinhos nas traseiras dos pavilhões, de repente, se lembrava de "pedir um tempo".
Aquilo que ele queria dizer era mais: "Tenho ali outra a fazer-me olhinhos, quero experimentar e estás a empatar-me a vida....se não der em nada e ela apenas quiser gozar comigo, sempre te tenho à minha espera".
Isto de dar um tempo tem a sua arte.
É preciso realçar que quem está mal e errado é o próprio, que a culpa não é da outra parte....é preciso elogiar a grande Mulher que somos, que sempre esteve a seu lado em todos os momentos menos bons (e foram muitos) pelos quais já passou, a paciência e a dedicação que sempre tivemos para com ele e que nunca vai encontrar outra Mulher como nós....blá....blá....blá...
E depois de todos os elogios, vem o "mas"...
E agora?
Subscrever:
Mensagens (Atom)


